“A gama diversificada permitiu-nos suportar melhor o abrandamento de vendas”, Luís Aniceto, S. José Logística de Pneus

“A gama diversificada permitiu-nos suportar melhor o abrandamento de vendas”, Luís Aniceto, S. José Logística de Pneus

A S. José Pneus continua empenhada na importante missão de garantir o fornecimento aos profissionais do setor, para que estes possam assegurar os serviços mínimos.

Como possui uma gama diversificada, que vai desde o pneu de turismo ao camião e ainda todo o tipo de pneus de fora de estrada, tem suportado melhor o abrandamento de vendas mais sentido no mercado de pneus ligeiros, com vendas na gama de camião e na gama agroindustrial, já que sendo a logística e a agricultura e produção de bens uma atividade essencial, também aqui é importante continuar a fornecer estes profissionais.

O que mudou na atividade da S. José Logística de Pneus?
A S. José Pneus adaptou-se rapidamente a todas as alterações através da implementação de um plano de contingência que visa manter todas as atividades, reforçando a segurança e a saúde dos nossos colaboradores.

Como está a necessidade de isolamento social a impactar na atividade da S. José Logística de Pneus?
Atualmente trabalhamos com equipas distintas que permitem garantir todas as necessidades do mercado e temos alguns colaboradores em teletrabalho.

Que meios utilizam para manter o contacto com os clientes?
A S. José Pneus continua a privilegiar o canal online, através do seu portal de vendas, o atendimento telefónico através do call center e a comunicação por e-mail.

Como estão a apoiar os vossos clientes neste momento difícil que o mercado está a viver?
Reforçamos que continuamos ao lado dos nossos clientes e que os apoiamos nas suas necessidades, que são de vária ordem.

Que boas práticas estão a ser implementadas pela S. José Logística de Pneus para conseguir manter a atividade em segurança?
Como referido anteriormente, o primeiro passo foi criar um plano de contingência apresentado a todos os colaboradores no sentido de os alertar e sensibilizar para a importância vital de manter uma atitude preventiva e que foi bem recebido entre toda a equipa. As boas práticas ao nível da higiene foram desde logo iniciadas e dispomos de álcool gel e máscaras e viseiras. Para reforçar a segurança de todos os nossos colaboradores, as nossas instalações deixaram de receber clientes ou fornecedores e privilegiámos, desde logo, os canais digitais.

É possível contabilizar já os prejuízos causados pela Covid-19?
O mercado está a ressentir-se, pois a circulação reduzida faz com que existam menos pessoas na rua, menos veículos a circular e investimentos suspensos, o que está a fazer o negócio abrandar colateralmente. Estamos atentos e a agir preventivamente!

Para quando antevê a retoma do setor? E de que forma?
O setor irá retomar gradualmente a sua atividade, mas nunca antes de Julho/Agosto.

Na sua opinião, o que vai acontecer ao setor dos pneus em Portugal pós Covid-19?
O setor vai passar por uma fase crítica, já que durante este ano a previsão é que não se vai voltar aos níveis de vendas anteriores a esta crise. O poder de compra baixou e tardará em recuperar, haverá ajustes no modus vivendi da população e o setor vai ter de se ajustar a essa nova realidade. Será difícil manter os níveis de emprego se não se aumentar a oferta de serviços. Até ao final de ano, com custos fixos iguais e receitas em menor valor, vão aumentar as dificuldades de tesouraria das empresas do setor, com tudo o que isso significa.

Que mensagem deseja transmitir ao setor para o futuro?
Acima de tudo pensamos que esta crise servirá para nos readaptarmos, olharmos para os meios digitais como meios de comunicação principal e, acima de tudo, continuarmos a vender, mesmo com todos os desafios que nos são colocados. Temos de nos reinventar e continuar a manter a economia a funcionar, mesmo que a um ritmo mais lento.

 

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João Vieira

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