Michelin desenvolve almofadas pneumáticas AirProne

07 - Michelin desenvolve sistema de almofadas pneumáticas AirProne

A Michelin apresenta o MICHELIN AirProne no Salón de Cuidados Intensivos 2022. O MICHELIN AirProne é um inovador sistema de almofadas pneumáticas, concebido para melhorar o tratamento de pacientes que sofrem de síndrome de dificuldade respiratória aguda (SDRA) enquanto se encontram na unidade de cuidados intensivos

Durante a crise sanitária, a procura por equipamento para assistir pacientes em cuidados intensivos aumentou de forma significativa. Foi neste contexto, e para satisfazer esta necessidade, que a Michelin concebeu o MICHELIN AirProne, solução desenvolvida em conjunto com o Hospital Universitário de Amiens, e que foi já ensaiado com êxitos em outros nove hospitais franceses.

O objetivo deste dispositivo médico de classe 1 é reduzir a prevalência das úlceras por pressão, e melhorar os sinais vitais respiratórios e o conforto dos pacientes quando estes se encontram em posição de decúbito ventral.

O kit MICHELIN AirProne consiste em almofadas insufláveis para a cabeça, o peito, a pélvis, os braços, os joelhos e as canelas. As almofadas permitem posicionar adequadamente os pacientes, proporcionando uma melhor distribuição da pressão. O desenho especialmente complexo do apoio de cabeça garante que não é exercida pressão sobre o ouvido e proporciona apoio lateral. O tecido 3D, por seu turno, reduz a transpiração por efeito da pressão.

O fabrico do MICHELIN AirProne foi confiado à AirCaptif, startup francesa especializada em estruturas insufláveis ultraligeiras, que a Michelin adquiriu em 2021.

“As equipas da Michelin estão particularmente orgulhosas do lançamento do MICHELIN AirProne. Concebido como uma resposta de emergência durante a crise da Covid, esta solução destaca a capacidade de inovação da Michelin, e as pontes potenciais que existem entre o fabrico de pneus e outros sectores, como, por exemplo, o da saúde. Agradecemos ao Hospital Universitário de Amiens e aos nove hospitais franceses que foram fundamentais durante o desenvolvimento do dispositivo”, declara Pierre-Henri Legrand, responsável do projeto.