Off-Road Bridgestone/First Stop Marrocos 2022 foi um sucesso

09 - Off Road BridgestoneFirst Stop Marrocos 2022 volta a ser um sucesso

A 4ª expedição do Clube Escape Livre a Marrocos voltou a repetir o sucesso das anteriores edições. O Off-Road Bridgestone/First Stop Marrocos 2022 levou uma caravana de 55 participantes e 24 viaturas, lideradas pelos Dacia Duster 4×4, a descobrir os segredos deste país de contrastes

Tânger, Fez, Boumalne-Dadès, Merzouga, Erg Chebbi, Marrakesh e Casablanca. Um percurso de sonho, do Mediterrâneo ao Atlas, da montanha ao deserto, das tradicionais kasbah às grandes metrópoles. Por asfalto, terra batida e areia, máquinas e aventureiros puderam experimentar um pouco de tudo o que Marrocos tem para oferecer.

Dia 1 | Portugal – Marrocos
A caravana partiu de Portugal por dois caminhos. Uns a bordo das suas próprias viaturas, rumando a Tarifa para a travessia do Mediterrâneo até Tânger. Enquanto outros voaram até Casablanca e seguiram em viaturas 4×4 alugadas. No dia 4 de setembro, a caravana reuniu-se em Fez.

Dia 2 | Tânger – Fez
A “capital” religiosa, intelectual e artística de Marrocos recebeu esta expedição de braços abertos. Entre provas da gastronomia local e passeios pelas labirínticas ruas da medina de Fez, a maior de Marrocos, começava-se a tomar o pulso da aventura que nos esperava.

A expedição visitou as estreitas ruas, ladeadas de lojas de artesãos e comerciantes marroquinos. Foi aqui fundada a primeira universidade do mundo. E convivem aqui, em plena harmonia, mais de um milhão de pessoas de três diferentes religiões. Da parte nova à parte antiga da cidade, são inúmeros os encantos de Fez.

Dia 3 | Fez – Merzouga
De Fez, a expedição seguiu em direção a Merzouga, às portas do Sahara. Pelo caminho, uma subida ao Médio Atlas para descobrir Ifrane, uma pequena vila “Suíça”. Toda a arquitetura desse lugar evoca os belos chalés de montanha dos Alpes, assim como as “patisseries” e “boulangeries” e, claro, uma das melhores estâncias de esqui do país, a pouco mais de 2000m de altitude.

Continuando rumo ao interior de Marrocos, passagem pela região de Errachidia, debruçada sobre o Rio Ziz e a primeira incursão fora de estrada da viagem. Rumo ao deserto, a caravana deixou atrás de si uma serpente de pó a flutuar sobre os planaltos de Erfoud.

Com Merzouga cada vez mais perto, as primeiras sensações de condução em areia chegaram perto da “Cité d’Orion”, da “Spiral d’Or” e da “Escalier Celeste”. Três obras de arte à porta do deserto, criadas por um artista alemão que se apaixonou por estas terras.

Dia 4 | Erg Chebbi
Com temperaturas acima dos 45ºC, a caravana entrou deserto fora, seguindo pistas onde já tiveram lugar várias etapas do Dakar. Depois de retemperar forças num pequeno Oásis, tempo para dar aos aventureiros a experiência de condução em areia que todos ansiavam.

Percorrendo extensos rios de areia, lugar para muita diversão, emoção e adrenalina. E, claro, para muitos “workshops” de como “desatascar” um carro da areia que duraram até ao cair da noite, com participantes e locais a trabalhar em conjunto.

Dia 5 | Merzouga – Boumalne-Dadès
A caravana deixou o deserto rumo a Boumalne-Dadès. Pelo caminho passagem nas Gargantas do Todra, um dos lugares mais visitados de Marrocos que engole os 4×4 à sua passagem, fazendo até o mais imponente jipe, sentir-se pequenino.

Depois, tempo para “trepar” o Alto Atlas, onde os aventureiros subiram aos 3000 metros de altitude, mais exatamente aos 2960m. Aqui, as temperaturas de 25ºC contrastavam com o calor tórrido do Sahara. Depois, a descida até Boumalne-Dadés, por um vertiginoso trilho de montanha.

O espírito generoso de toda a caravana ficou bem patente durante os percursos pelos locais mais remotos no Alto Atlas. Aqui, onde as populações atravessam maiores dificuldades, foram entreguem roupas, brinquedos, material escolar e água. Um pequeno gesto simbólico, de coisas que todos damos como garantidas, mas que podem fazer muita diferença na vida destas pessoas.

Dia 6| Boumalne-Dadès – Ouarzazate – Marraquexe
Depois de uma incursão no deserto e na montanha, tempo para dar uma revisão às máquinas que transportavam os participantes nesta aventura. A incrível equipa de mecânicos que acompanhou a expedição, José Silva e Cláudio Marques, mostraram uma vez mais a sua dedicação e trabalho incansável para garantir que a viagem continuava de vento em popa.

A aventura deixou a região do Dadès, um dos maiores rios de Marrocos, cruzando o Vale das Rosas, admirando ao vivo as suas cores incríveis. O primeiro destino do dia seria Ouarzazate, casa da indústria cinematográfica de Marrocos.

Percorrendo as largas avenidas desta movimentada cidade, a caravana passou às portas dos Estúdios de Cinema Atlas e fez uma pausa em Aït Benhaddou. Por aqui se filmaram vários filmes icónicos, como Gladiador, Guerra das Estrelas, A Paixão de Cristo, A Múmia, A Jóia do Nilo, Lawrence da Arábia e, mais recentemente, séries como A Guerra dos Tronos.

Dia 7 | Marraquexe
Depois de nova passagem no Alto Atlas, acima dos 2000m, a caravana chegou a Marraquexe para um dia de descanso, visitas e, claro, desfrutar da animação noturna de uma das cidades mais movimentadas do país.

Depois de um dia para visitar lugares como os Jardins de Menara, a Praça Jemaa el-Fnaa e as ruas da medina, a noite foi animada por um grupo de música tradicional e magníficas bailarinas da dança do ventre, numa das casas de espetáculo mais luxuosas de Marraquexe.

Dia 8 | Marraquexe – Mazagão – Casablanca
Deixando o interior de Marrocos, a caravana rumou até à costa Atlântica para visitar El Jadida, antiga cidade portuguesa de Mazagão. Por aqui percorreu as ruas da antiga Cidadela Portuguesa, com muitos vestígios bem conservados da passagem dos nossos antepassados por estas terras do Norte de África.

Finalmente, a chegada a Casablanca marcava o final do Off-Road Bridgestone / First Stop Marrocos 2022. No jantar de despedida, Luís Celínio, Presidente do Clube Escape Livre, agradeceu a todos os participantes a boa disposição e espírito de aventura e também a Orlando Romana, o timoneiro desta viagem por Marrocos. Já Miguel Pina, em representação da Bridgestone Portugal, e Paulo Almeida, representante da First Stop, surpreenderam os participantes com o sorteio de um jogo completo de pneus Bridgestone.

Para Nádia Borges, coordenadora de Marketing da Bridgestone em Portugal: “uma viagem desta exigência só é possível porque contamos com um parceiro com a excelência e experiência do Escape Livre. Para a Bridgestone, como líder global de pneus e em soluções de mobilidade sustentável, é importante capacitarmos os nossos clientes para estarem preparados para o melhor desempenho, em qualquer terreno, tal como os caminhos por onde passaram nesta aventura memorável em Marrocos.”

Já Mário Mendes, Diretor da First Stop salienta: “o nosso agradecimento a toda a organização que permitiu mais uma vez que todos os participantes vivessem uma experiência inesquecível. Para o First Stop esta parceria que dura há mais de uma década reveste-se de todos os princípios que regem também a nossa atividade no sector dos pneus e reparação automóvel. Profissionalismo, organização, qualidade e acima de tudo uma forte componente humana que fazem de todas as atividades do clube uma “aventura” que rapidamente se deseja repetir. Mais uma vez o nosso obrigado em nome do First Stop por mais esta viagem memorável.”

Dia 9 – Marrocos – Portugal
O último dia, marcou o regresso a casa, com a caravana a rumar novamente até Tânger para a travessia de barco rumo a Portugal. Já outra parte da caravana, voou de Casablanca até Lisboa para regressar a casa.

Dacia Duster – Um fora de estrada fora de série
O carro oficial desta expedição a Marrocos cumpriu todos os desafios e superou todas as expetativas. Deslizando nas areias do Sahara ou trepando aos picos do Atlas, todos os percursos foram ultrapassados com facilidade e segurança. Mais de 3000km percorridos e com médias entre os 5,2 e os 5,6L/100km nos vários Duster da caravana, sempre com ar condicionado ligado.

Para José Pedro Neves, Diretor Geral da Dacia Portugal: “Foi uma aventura extraordinária e os Dacia Duster corresponderam em tudo, cumprindo trilhos pedregosos e desafiantes, subindo e descendo dunas de areia, sempre com comodidade para as equipas e com média de pouco mais de 5l aos 100 km ao longo dos mais de 3000 kms percorridos só em Marrocos.”

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