“O Fórum foi pensado para quem move o aftermarket”, DPAI

O Fórum DPAI/ACAP regressa este ano com uma nova dimensão e um novo palco: a Exponor, no Porto, integrado no contexto da expoMECÂNICA. Em entrevista ao JO, media partner do evento, Joaquim Candeias, presidente da DPAI, destaca os objetivos, as novidades e as expetativas para aquele que se apresenta como o maior encontro nacional dedicado em exclusivo ao pós-venda automóvel
Sob o mote “Para quem move o aftermarket”, esta edição pretende afirmar-se como um espaço de reflexão, partilha e debate sobre os desafios que estão a transformar o sector. Tecnologia, rentabilidade, talento, liderança e competitividade serão alguns dos temas centrais de um programa pensado para quem vive a realidade do terreno e procura respostas concretas para um mercado em rápida mudança.
Este ano, o Fórum DPAI/ACAP vai realizar-se na Exponor, no decorrer do salão expoMECÂNICA. Que mais valias traz este formato para o Fórum?
A realização do Fórum na Exponor, em simultâneo com a expoMECÂNICA, representa um passo muito importante para a DPAI/ACAP e para a proximidade ao mercado. Estamos a falar de um sector que vive da relação direta entre pessoas, empresas e negócio. Fazer coincidir o Fórum com o principal salão profissional do aftermarket em Portugal permite precisamente isso: aproximar a reflexão estratégica da realidade do terreno.
Além disso, é a primeira vez que realizamos o Fórum no Porto, uma região com enorme peso no tecido empresarial do aftermarket nacional. Queríamos que este encontro estivesse ainda mais próximo das empresas, das oficinas e dos profissionais que fazem o sector acontecer todos os dias. Este formato torna o Fórum mais dinâmico, mais participado e mais alinhado com os desafios concretos que o aftermarket enfrenta atualmente.
Qual é o mote desta edição do Fórum?
O mote desta edição é “Para quem move o aftermarket”. É uma frase simples, mas muito intencional. O Fórum foi pensado para quem está diariamente no terreno: quem gere empresas, lidera equipas, toma decisões e enfrenta os desafios reais do pós-venda automóvel.
Queríamos colocar essas pessoas no centro da conversa. Porque são elas que garantem a capacidade de adaptação, a qualidade do serviço e a competitividade do aftermarket independente em Portugal.
Quais são os dois grandes temas que estruturam o programa do evento?
O programa do Fórum foi desenhado em torno dos principais desafios que hoje estão a transformar o sector.
No painel “O novo pós-venda: oportunidades, tecnologia e rentabilidade”, iremos debater a evolução do mercado, as novas dinâmicas do negócio e as estratégias que estão a permitir às empresas ganhar eficiência, diferenciação e rentabilidade num contexto cada vez mais competitivo.
Já o painel “Liderar o futuro: talento, competências e novas gerações” será dedicado à transformação da liderança, à atracção de jovens para o sector e ao desenvolvimento das competências necessárias para preparar as empresas para o futuro.
São temas muito concretos, ligados à realidade das empresas e às decisões que os profissionais do aftermarket têm hoje de tomar para continuarem competitivos.
Quem são os principais oradores do Fórum?
Procurámos reunir um conjunto de profissionais com experiência real, capacidade de transformação e conhecimento direto do mercado.
Teremos como keynote speakers a Inês Alves, da Auto Reparadora Vale de Milhaços, com uma intervenção muito ligada à gestão, rentabilidade e adaptação das empresas, e o Miguel Gonçalves, fundador da Magma Studio, especialista em liderança, talento e desenvolvimento de competências.
O Fórum contará ainda com representantes de empresas, instituições de ensino e organizações ligadas ao aftermarket, garantindo diferentes perspetivas sobre os desafios do sector.
A moderação estará a cargo da jornalista da SIC, Liliana Lobo de Carvalho.
Quantos participantes são esperados no evento e que setores do aftermarket automóvel vão estar representados nesta edição?
Esperamos contar com mais de 400 participantes, reunindo profissionais de praticamente toda a cadeia de valor do aftermarket automóvel independente.
O Fórum irá juntar oficinas, distribuidores, fabricantes de peças, empresas ligadas ao sector dos pneus, parceiros tecnológicos, entidades de formação, especialistas e representantes de diferentes áreas do pós-venda automóvel. Essa diversidade é uma das grandes forças deste encontro. O pós-venda vive hoje uma transformação profunda e é essencial promover o diálogo entre os diferentes actores do sector, criando um espaço de partilha, proximidade e visão comum sobre os desafios que temos pela frente.
Porque considera importante que os profissionais do aftermarket assistam a este Fórum e que mais-valias concretas podem retirar do evento?
Porque o pós-venda automóvel atravessa um momento de mudança muito exigente e as empresas sentem hoje uma pressão crescente para se adaptarem rapidamente. Falamos de novos modelos de mobilidade, evolução tecnológica, alterações no perfil do consumidor, maior exigência ao nível do serviço e da rentabilidade, mas também de desafios ligados à liderança e à escassez de talento.
O Fórum foi pensado precisamente para responder a essa realidade. Mais do que discutir tendências, queremos proporcionar aos participantes uma visão prática sobre aquilo que já está a mudar no mercado e sobre as decisões que as empresas têm de começar a tomar.
Quem participar terá contacto com experiências concretas, boas práticas e perspetivas diferentes sobre gestão, eficiência, tecnologia, talento e crescimento do negócio. Mas terá também algo igualmente importante: a oportunidade de ouvir e trocar ideias com outros profissionais que enfrentam os mesmos desafios no dia a dia.
O que espera, em termos de impacto e resultados, desta edição?
Espero que esta edição contribua para reforçar a capacidade do sector olhar para o futuro de forma mais estratégica, mais preparada e mais próxima da realidade que as empresas já estão a viver.
O aftermarket independente tem demonstrado uma enorme capacidade de adaptação ao longo dos anos, mas os desafios atuais exigem rapidez de resposta, visão de negócio e capacidade de antecipação. É precisamente essa reflexão que queremos estimular com este Fórum.
Mais do que um espaço de debate, queremos que os participantes saiam deste encontro com novas perspetivas, ideias concretas e maior consciência das mudanças que irão marcar o futuro do pós-venda automóvel.
O nosso objetivo é que o Fórum tenha impacto real nas empresas e ajude a fortalecer a competitividade do sector em Portugal.
As inscrições encontram-se agora na reta final e teremos todo o prazer em contar com a participação dos profissionais do sector naquele que será o maior encontro nacional dedicado em exclusivo ao Pós-venda Automóvel.
Saiba mais e inscreva-se em www.dpai.acap.pt




