A verdade sobre os pneus desgastados 

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A substituição precoce dos pneus tem um enorme impacto ambiental e representa para os consumidores um aumento nos custos. O único critério para a segurança é o desempenho do pneu, não a profundidade do piso

Quando se monta um pneu num veículo e ele começa a rodar, dá-se início ao seu desgaste. E quanto mais se desgasta, mais se alteram as suas características específicas. Quando um pneu está a metade do seu desgaste, qual é o seu rendimento? Quem testa estes pneus meio desgastados?

Os pneus desgastam-se e os desempenhos alteram-se de acordo com o desgaste. Por exemplo, os desempenhos de travagem em molhado pioram com o tempo. Quando são novos, todos os pneus são diferentes.
Testes realizados pela Michelin demonstraram que os desempenhos dos pneus são muito diferentes à medida que se vão desgastando. Na realidade, as diferenças são muito mais significativas quando o pneu se encontra na última etapa da sua vida. Foi com bastante surpresa que a Michelin descobriu que alguns pneus desgastados até ao limite legal mantêm uma distância de travagem virtualmente idêntica a alguns pneus novos. E esta é uma das conclusões dos testes: a profundidade do piso não é um bom indicador do desempenho de travagem em molhado.

Reforçando os resultados dos testes, estudos recentes independentes demonstraram que não há nenhuma ligação estabelecida entre as taxas de acidentes e a profundidade da banda de rolamento.

Hoje, a tecnologia utilizada no fabrico de pneus permite ter elevados níveis de aderência, inclusive até aos últimos milímetros de banda de rolamento. Todas as organizações e todos os consumidores deveriam começar a questionar e a ponderar no momento da compra, tanto quando o pneu está novo como quando está desgastado.

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