Máxima vida útil!

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Muitos condutores nem querem ouvir falar de proceder regularmente à rotação dos pneus, mas desconhecem que não o fazer pode custar centenas de euros por ano em substituição de pneus. É importante proceder à rotação dos pneus, de modo a garantir que obtêm a máxima vida útil da sua compra.

Quando procede à rotação dos pneus, troca os pneus dianteiros para a traseira e coloca os pneus traseiros na dianteira. Em alguns veículos, é recomendado realizar uma rotação cruzada, na qual os pneus dianteiros cruzam da esquerda para a direita, ao passarem para a traseira. Mas, na maior parte dos casos, trocá-los da dianteira para a traseira é suficiente. Evidentemente, excluem-se os automóveis cujos pneus dianteiros e traseiros são de tamanhos diferentes.

Qual é o resultado da rotação dos pneus?
A rotação dos pneus é importante, pois garante que duram mais, ao fazer com que se desgastem de forma mais uniforme. A dianteira do automóvel é a parte mais pesada do veículo, porque é aí que o bloco do motor se encontra. Quanto mais pesada for a carga, mais rapidamente ocorre o desgaste dos pneus e, muito rapidamente, os pneus que deveriam durar 80.000 ou 100.000 km, só duram metade dessa distância. Os pneus dianteiros de um automóvel também são sujeitos a mais fricção de cada vez que o condutor roda o volante. Ao deixar os pneus traseiros nesse local do veículo durante demasiado tempo, pode também criar um desgaste instável, dado que ficam mais soltos por não suportarem tanta carga durante demasiado tempo. Por este motivo, no caso dos pneus com garantias de quilometragem específica, é necessário proceder à sua rotação com uma determinada frequência, de modo a garantir um desgaste uniforme e mais duradouro.

Com que frequência se deve proceder à rotação dos pneus?
Depende muito de quanto conduz. Não utilize o tempo como referência para determinar quando deve levar o automóvel à oficina para que proceda à rotação dos pneus. Em vez disso, fique atento ao conta-quilómetros e proceda à rotação a cada 10.000 a 15.000 km. Isto é normalmente apresentado precisamente na garantia do fabricante. Uma das melhores formas de decidir quando é o momento de proceder à rotação dos pneus é fazê-la a cada mudança de óleo. Se estiver a manter um calendário regular de mudança do óleo a cada 10.000 a 15.000 km, isto deverá mantê-lo no bom caminho.

Qual é a diferença entre a rotação dos pneus e equilibrá-los?
Quando se fala da rotação dos pneus, normalmente ouve-se as palavras “rotação e equilíbrio” utilizadas em conjunto. O equilíbrio é obtido ao adicionar às jantes pequenos pesos que corrigem quaisquer desequilíbrios do próprio pneu. Normalmente, pode dizer-se que os pneus estão desequilibrados se o automóvel começar a vibrar a velocidades superiores a 90 km por hora. Nem sempre é necessário equilibrar os pneus ao fazer a sua rotação, mas é boa ideia verificar sempre o respetivo equilíbrio, para garantir que o automóvel se desloca tão suavemente quanto deveria. Os pneus não são baratos e é esse o motivo pelo qual a rotação dos pneus, tal como descrita acima, é importante. Dado que custam tanto dinheiro, cabe ao condutor certificar-se de que, quando gastar algumas centenas de euros num conjunto de pneus novos, não está a deitar dinheiro fora desnecessariamente. Se decidir manter um calendário regular de rotação dos pneus, a utilização que fará deles deve cumprir ou até exceder as garantias especificadas pelo fabricante.

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